No Brasil, vivemos um bom momento: crescimento econômico, ofertas de emprego, aumento de oportunidades de estudos, etc. No entanto, há problemas sociais e um medo crescente, pelas incertezas do futuro. Medo do amanhã gerado pela violência, consumo de drogas e baixos salários.
Quantas Curitibas diferentes existem? Como se dá o acesso aos serviços públicos, aos bens culturais, aos bens de consumo, ao esporte, ao lazer, em cada região da cidade?
Em 2002, EUA absorviam 24% das nossas exportações. No ano passado, 9,6%. China, América Latina e União Europeia são hoje mais relevantes para o Brasil.
“Nós propusemos que a eleição seja nacional, em lista partidária e que, nos dez primeiros da lista, seja alternado um de cada região do país. E alternado na questão de gênero. Se encabeçada por um homem, o segundo da lista será uma mulher.”
“No próximo dia 26, o Mercosul completará 20 anos, e eu espero que antes disso o Brasil já possa ter definido seus representantes”, afirma o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), ex-presidente do Parlasul.
Mas o carnaval dá prazer para muita gente. Muitos vão para o carnaval, que é onde obtêm seus prazeres, e outros vivem neste período o prazer de não fazer nada. Melhor, fazer o que gosta: descansar, ler, caminhar, escrever, dormir etc.
Num dos trechos divulgados pelo “Fantástico”, o diretor comercial da Consilux, Heterley Richter Júnior, confessa que a empresa já anulou multas de trânsito em Curitiba. “Graças a Deus ninguém descobriu [que as multas foram apagadas]“, diz o diretor da empresa.
“Não podemos nos iludir. Nossos verdadeiros aliados são nossos vizinhos – daqui e de além-mar – com quem nosso destino político e econômico está definitivamente entrelaçado – e nossos semelhantes, os grandes Estados da periferia.”
De acordo com o deputado, que será secretário-geral da Frente Parlamentar em Apoio ao Idoso, o Estatuto, que completou 10 anos, já apresenta defasagens no atendimento às necessidades da população idosa do País.
“A dor dos jornalistas não costuma sair no jornal, nem na rádio, muito menos na televisão. Enquanto os empresários do setor ampliam seus parques gráficos, modernizam sedes e renovam seus equipamentos, promovem um arrocho salarial continuado, sistemático.”
O terno e a gravata são o meu “uniforme” de trabalho e, como todo uniforme, ele te identifica, geralmente como pertencente a uma classe social: superior ou inferior.
A luta por um país onde todos tenham
direito à saúde, educação, emprego e
salários dignos, segurança, moradia e lazer
é o que marca a história do Dr. Rosinha.